Considerado por Chacrinha como melhor intérprete de Roberto Carlos, Fernando Luiz continua fazendo sucesso!

Ele é autor do mega sucesso do forró brega Garotinha. Ele foi eleito melhor intérprete de Roberto Carlos na Buzina do Chacrinha, em 1979. Ele é pai da top model Fernanda Tavares. Ele é criador dos projetos sociais Andar, Show das Comunidades, Futuro Feliz e Talento Potiguar.

 

Estou falando de Fernando Luiz, que acaba de lançar seu site oficial, em cuja apresentação já se encontra uma das idéias do cantor: “Canto brega, mas não penso brega”.

 

No site, também estão disponíveis alguns artigos de Fernando Luiz. Num destes artigos, ele comenta a reação de Caetano Veloso ao ser abordado por um pipoqueiro, que lhe disse que iria assistir ao ensaio do cantor. Fernando Luiz anota que Caetano Veloso sentiu orgulho do fato, enquanto outros cantores infelizmente sentiriam vergonha.

 

Estou de posso do cd Flash Brega, no qual Fernando Luiz revê alguns de seus sucessos e dá roupagem mais dançante à sucessos românticos como A noite mais linda de você (Odair José), Chuvas de Verão (José Augusto), Meu Mel, e I Love You Baby.

 

Este último ganhou novíssimas nuances. Arrisco dizer que ninguém jamais haveria imaginado este sucesso numa voz masculina, tanto que ele ficou marcado pela voz da cantora Adriana. Fernando Luiz conseguiu substituir a melosidade da canção original por um ritmo dançante e pop.

 

O cd todo é muito bom. Veja a relação das músicas:

 

Seguindo você

A noite mais linda do mundo

I love you baby

Solidão

Cinderela

Você pode me perder

Chuvas de Verão

Meu fracasso

A verdade sempre aparece

Volte pra mim

Sinal de amor

Menina, menina

Meu mel

Hey Jude

Desculpe, baby

Quero beijar-te as mãos

A vida tem dessas coisas

Onde andará você

Garotinha

Fan-fiction Arquivo X & Lost. Segundo capítulo

Fan-fiction Arquivo X & Lost

Segundo capítulo
por Thiago de Góes

 

O homem branco, barba feita, tirou do paletó seu poderoso crachá, levando-o aos olhos do senhor barbado, vestimentas brancas.

 

O senhor barbado, vestimentas brancas, perguntou-lhe, irônico, ao homem branco, barba feita, sobre o poderoso crachá: “Ele morde?”.

 

O homem branco, barba feita, respondeu-lhe, desafiador, ao senhor barbado, vestimentas brancas: “A ilha morde?”. E levou seu poderoso crachá de volta ao bolso do paletó.

 

O senhor barbado, vestimentas brancas, disse-lhe, sarcástico, ao homem branco, barba feita: “Tanto quanto esta cidade podre!”.

 

O homem branco, barba feita, indagou-lhe ao senhor barbado, vestimentas brancas: “É por isto que você quer tanto voltar pra lá?”.

 

Contrariado, o senhor barbado, olhos vermelhos, voz imperiosa, expulsou de sua casa o homem branco.

 

No estacionamento, sentada no banco do motorista, aguardava-lhe a mulher loira.

 

Paletós, crachás, barbas feitas, por fazer, camisas brancas, cidades podres, ilhas mágicas. Todos parecem desconfiar que a verdade está mais fora do que nunca...

 

Lá fora...

 

Leia o primeiro capítulo

Fan Fiction mistura Arquivo X e Lost
Fanfiction Arquivo X e Lost - Primeiro capítulo
por Thiago de Góes

Enquanto mastiga suas habituais sementes de girassol, o agente especial do FBI, Fox Mulder, medita sobre o estranho telefonema que recebera já naquelas altas horas da noite. O som intermitente do aparelho telefônico interrompera-lhe numa seqüência insana de pensamentos nostálgicos e culposos, todos relacionados a sua inalcançável e abduzida irmã.

Mulder olha fixamente para o cartaz na parede. Aquele cartaz. Aquele mesmo, estrategicamente posto para lhe trazer à memória esta necessidade imperiosa de uma esperança que estranhamente nasce de uma fé pagã. Não. Definitivamente, não é dentro de si que deveria encontrar as respostas para suas vãs angústias. Ao menos não queria que assim fosse. A verdade, contudo, aonde quer que estivesse, e certamente não estaria nele próprio, nunca lhe faria sentido assim nua, assim crua.

Pela manhã, bateu na porta de sua companheira de trabalho, Dana Scully. Ela atendeu-lhe meio escondida pela porta entreaberta, tentando ocultar-lhe as formas de seu roupão azul e as secreções que ainda escapavam de seus olhos sonolentos. Parecia dizer-lhe “isto não são horas”, mas não havia horas no relógio dos insanos. Daqueles que não precisam ver. Daqueles que já sabem, mas não podem provar.

Então, como quem revela certo segredo inflamável, contou-lhe do telefonema. Poder-se-ia reconhecer que ela já havia se habituado às histórias improváveis do estranho Mulder. Inúmeras. Mas aquela era demais. Afinal, como poderia acreditar na existência de uma ilha que não está nos mapas e nos radares e que, pior, abriga sobreviventes de um acidente aéreo, cujos corpos, dizem, jazem no fundo do mar?

Quem lhe convencera disto? Uma viúva inconformada? Uma pobre mulher neur´ptica, incapaz de aceitar a morte do grande amor de sua vida? Quanto romantismo...

Mulder interrompeu-lhe.

“Nós temos um encontro marcado”.
“Quem, desta vez?”.
“Um médico”.
“Que demais ele tem?”.
“Está viciado em medicamentos e tentou jogar-se da ponte”.
“E daí?”.
“Ele anda tomando o mesmo vôo seguidas vezes. Ida e volta. Ida e volta. Ida e volta...”.
“Mas por que ele está fazendo isso?”.
“Parece que tenta voltar para a ilha mágica de que lhe falei...”.

Scully abre a porta e convida seu companheiro para tomarem café juntos naquela doce manhã de julho...
Rubinho é melhor piloto que Massa
Veja bem. Eu posso estar enganado. Mas vamos fazer uma breve comparação.

Faz quanto tempo que Felipe Massa está na Ferrari? Nesse mesmo tempo, Rubens Barrichello fez muito mais. Duvida?

Eu não me lembro de Massa ter sido vice-campeão do mundo. Eu não me lembro de ele ter vencido uma corrida, largando em último. Eu também não me lembro de ele ter recebido ordens da equipe para deixar o companheiro passar na última volta.

A corrida deste domingo foi metonímica! Eu não me lembro de Felipe Massa ter levado uma equipe como a Honda ao pódio. E também não me lebro de Barrichello ter levado uma Ferrari ao último lugar, após rodar cinco vezes.

Que se faça justiça!
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Jornalista,escritor, bancário, potiguar, 29 anos

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